terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

A Mulher Enjaulada, de Jussi Adler-Olsen

Descobri, há pouco tempo, o livro "A Mulher Enjaulada", de Jussi Adler-Olsen (2014, publicado pela Editora Record, no Brasil) e bastou-me ler a sinopse para saber que era um livro que tinha de ler.

No auge da carreira política, a bela e reservada Merete Lynggaard desaparece. As investigações que se seguem não rendem muitas informações à polícia, levando ao arquivamento do caso, como sendo suicídio. 
Passados alguns anos, o detetive Carl Mørck, responsável pelo recém-criado Departamento Q — uma secção para casos importantes não solucionados — é encarregado de descobrir o que, afinal, aconteceu com ela. Então, com seu assistente, Assad, ele inicia uma busca pelos rastros desse mistério e, para isso, Carl precisa vasculhar o passado de Merete, guardado a sete chaves, para descobrir a verdade.

Eu sou o tipo de pessoa que vê a série "Casos Arquivados", logo gostei da ideia.

E o prólogo confirmou-o. Começamos logo com a descrição de um cativeiro. Merete está presa algures. Confinada a um espaço pequeno, e tem as mãos em sangue. Sabemos que é Merete devido à informação recolhida na sinopse. Ou pelo menos, supomos que seja ela.

E depois somos divididos em dois períodos diferentes temporais, sendo que um deles (o mais antigo), inicia em 2002, com o desaparecimento de Merete. E no tempo mais recente, temos o detetive Carl Mørck, que se está a recuperar de um ataque (que vitimou um colega, e deixou outro totalmente paralisado), que pega - a contragosto - no recém-criado Departamento Q e que, por sorte, elegeu o desaparecimento de Merete como o caso a solucionar.

Um mistério à boa moda escandinava.

Sobre o autor: 
Jussi Adler-Olsen nasceu em Copenhaga e, entre outros trabalhos, foi editor de diversas publicações antes de começar a escrever ficção. O Guardião das Causas Perdidas é o primeiro romance da série Departamento Q. Jussi Adler-Olsen recebeu numerosas distinções e prémios literários nos últimos anos e atualmente conta com mais de 10 milhões de exemplares dos seus livros vendidos em 34 países.Venceu, em 2010, o Prémio Chave de Vidro (prémio literário criado em 1992 e concedido anualmente pela Associação Escandinava do Romance Policial a um escritor sueco, dinamarquês, norueguês, finlandês ou islandês).
Este livro é o primeiro da série "Departamento Q", protagonizado pelo detetive Carl Mørck e pelo seu assistente Assad. E que a série serviu de base para três filmes, sendo que o lançamento do último está agendado para este ano de 2016 (os anteriores tiveram, ambos, nota de 7.1 pelo IMDB)

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