segunda-feira, 16 de junho de 2014

Novidade Editora Casa das Letras (Grupo Leya)

A Maçonaria e a participação de Portugal na 1.ª Guerra Mundial, de Pedro Brandão  e António Chaves Fidalgo

 No ano em que se comemora o centenário do início da Primeira Guerra Mundial, expomos uma reflexão sobre um conflito que contou com a participação dos portugueses e mudou para sempre a vida da humanidade.

Desapareceram impérios, redefiniram-se fronteiras, a ciência e a tecnologia foram colocadas de forma sistematizada ao serviço da capacidade destruidora dos instrumentos de guerra e várias nações, líderes do desenvolvimento industrial e cultural do mundo.

Entre Julho de 1914 e Novembro de 1918, os portugueses participaram em três frentes de combate: Angola, Moçambique e Flandres. Portugal tinha recentemente implantado a república e a vida social, económica e política do país evidenciava uma forte e natural instabilidade que foi acelerada pela cisão do velho Partido Republicano Português e pelas diferentes tentativas de restauração da monarquia.

Por detrás desta nossa participação encontram-se algumas relações causais entre a maçonaria e as decisões de diferentes governos republicanos que originaram o envolvimento de Portugal na Grande Guerra.

Os autores:
Pedro Ramos Brandão nasceu em Coimbra, a 28 de fevereiro de 1965. Licenciado em História e em Engenharia Multimédia, mestre em História Institucional e Política Contemporânea, doutorado em História Política Contemporânea e a terminar o dout
oramento em Ciências e Tecnologias de Informação, no ISCTE, é docente do Ensino Secundário e do Ensino Superior e presidente do Conselho Técnico-Científico do ISTEC.É igualmente autor dos livros Salazar – Cerejeira a «Força» da Igreja, A Igreja Católica e o Estado Novo em Moçambique, A Maçonaria e a Implantação da República em Portugal e Salazar e a Conspiração do Opus Dei.

António Chaves Fidalgo nasceu em Montalegre, a 13 de setembro de 1965. Licenciado em Segurança Social e pós-graduado em Economia e Política Social, é professor do Ensino Superior desde 1988, e, atualmente, secretário-geral do ISTEC. Coordenou trabalhos de investigação social aplicada para diversas instituições, nomeadamente, para o Ministério do Trabalho e da Segurança Social, Ministério da Saúde e Montepio Geral.
Foi responsável por vários artigos e cursos de formação na área do Republicanismo e da Maçonaria e é, também, coautor do livro A Maçonaria e a Implantação da República em Portugal, publicado pela Casa das Letras.

Eventos da Sociedade Portuguesa de Autores

AMANHÃ, dia 17 de Junho:
Decorre a 6.ª sessão do ciclo "Casino das Letras", com a escritora Hélia Correia, pelas 21h30 no Casino da Figueira da Foz.
A sessão será orientada pela Dra. Teresa Carvalho, da Universidade de Coimbra.

Também, AMANHÃ
Lançamento dos livros "Adágio, Romanza e Grave" e "As Flores Brancas de Frangipani" do escritor Américo Brás Carlos, às 18h30, na Sala - Galeria Carlos Paredes, na Rua Gonçalves Crespo, 62, Lisboa.
A apresentação dos livros será feita pelo Dr. José Jorge Letria e pela Prof.ª Doutora Ana Luísa Vilela.

4.ª feira, dia 18 de Junho:
A Sociedade Portuguesa de Autores e a Associação dos Antigos Estudantes de Coimbra em Lisboa organizam, em conjunto, a Tertúlia "Jorge Amado, um romancista comprometido com o povo, o Brasil, o futuro", pelas 18h00, no Auditório Maestro Frederico de Freitas. 



5.ª feira, dia 19 de Junho:
A Sociedade Portuguesa de Autores vai realizar um workshop sobre o tema "Cultura e Economia: para que serve o Direito de Autor?" com o apoio da OMPI (Organização Mundial da Propriedade Intelectual), pelas 14h30, no Auditório do Museu Nacional de Soares dos Reis, no Porto. 



sexta-feira, 13 de junho de 2014

A Dança dos Dragões

Estou contente. Posso dizer uma coisa sobre este volume, sem estragar a série. Posso dizer que é em A Dança dos Dragões que Ramsay Bolton (ex-Snow, depois do reconhecimento oficial de Roose Bolton) instruiu Reek (Fedor, na série, e Cheirete, nos livros... ou um Theon Greyjoy amestrado) a tomar Fosso Cailin para os Bolton.

Sim, a cena em que Reek volta a ser Theon, e ordena aos poucos homens de ferro que sobram em Fosso Cailin para abrirem os portões da fortaleza aos homens de Bolton, e um deles leva uma machadada na cabeça...

Posto isto, só me falta o 10.º livro - Os Reinos do Caos - para terminar os livros já editados de As Crónicas de Gelo e Fogo.

(mas, esta minha ânsia de terminar vai ter de tomar um duche gelado e acalmar. O meu "dealer" (um dos meus primos) ainda não me emprestou este último, por isso, vou dedicar-me a outra coisa qualquer. Tenho aqui na estante "Um Sonho Febril" - também de George R. R. Martin - e será, certamente, o senhor que se segue)

Facto interessante sobre As Crónicas:
Andava um pouco desorientada, porque via que, em Portugal, eram 10 os livros editados, mas quando se falava em George R. R. Martin e os livros, na versão original, eram referidos apenas 5 títulos.

O que se passava afinal? A minha capacidade de fazer somas 1 + 1 = 2 estava a falhar?

Não. O que se passa é que no nosso rectângulo à beira-mar plantado, a editora Saída de Emergência dividiu cada livro em dois.

Assim, as "somas" são estas:
- A Guerra dos Tronos + A Muralha de Gelo = A Game of Thrones
- A Fúria dos Reis + O Despertar da Magia = A Clash of Kigs
- A Tormenta das Espadas + A Glória dos Traidores = A Storm of Swords
- O Festim dos Corvos + O Mar de Ferro = A Feast for Crows
- A Dança dos Dragões + Os Reinos do Caos = A Dance with Dragons

E já só faltam 2 livros para GRRM terminar. O plano inicial era uma trilogia, o autor, a meio, decidiu estender até aos 7 livros... e já vamos em 5. Let's wait and see, my sweet Summer childs!