segunda-feira, 26 de setembro de 2011

O livro que me ficou a dever umas quantas explosões nucleares... "A Fúria Divina"

Terminei ontem de ler o livro "A Fúria Divina" e fiquei com uma ligeira sensação agridoce quando o fechei: faltou rebentar qualquer coisa. Houve uns tiritos lá pelo meio, mas promete promete e depois não há... KABUMMMM.

E fico ainda com a sensação de estar a ler Dan Brown e não José Rodrigues dos Santos... diálogos meio a pastelar e a fazer lembrar novelas mexicanas. O ponto positivo do livro é a parte em que o autor fala sobre o Islão, da perspectiva tanto do terrorista extremista como dos crentes moderados.

É um excelente exercício para quem acha que os terroristas são um bando de energúmenos, com mentalidades pré-históricas... José Rodrigues dos Santos consegue explicar-nos, a nós, ocidentais, como é que crianças e jovens aceitam fazer-se, literalmente, rebentar - sacrificar-se por Alá - com base em pressupostos escritos à milhares de anos e como é que vêem a actualidade da mensagem do Profeta Maomé.

Acima de tudo, este é um livro bem documentado - José Rodrigues dos Santos a fazer-se valer dos seus galões de jornalista.

(imagem retirada daqui)

sábado, 17 de setembro de 2011

A Bala Santa, de Luís Miguel Rocha

"A Bala Santa" é o título de uma pechincha que adquiri na Feira do Livro em Sintra, neste Verão. Depois de "A Virgem" (de que falei aqui), "A Bala Santa", de Luís Miguel Rocha, aborda uma temática diferente. Passada em vários cenários, temos como pano de fundo a tentativa de assassinato do Papa João Paulo II, por Ali Agca.

Resumo WOOK:
Que acontecimentos estiveram por detrás da tentativa de assassinato do Papa na praça do Vaticano em 1981?
Quem é, e o que sabia verdadeiramente Alia Agca, o turco que disparou contra João Paulo II?
Que forças ocultas gerem os destinos da igreja católica e conseguem nomear e destronar Papas, ocultando impunemente as suas acções?
Uma jornalista internacional, um ex-militar português, um muçulmano que vê a Virgem Maria, uma padre muito pouco ortodoxo que trabalha directamente sob as ordens do sumo-pontífice, vários agentes dos serviços secretos mais influentes do mundo e muitos outros personagens dos quatro cantos do globo, envolvem-se numa busca pela verdade e descobrem que ela nem sempre é útil. Pelo menos não o foi para João Paulo II.