domingo, 9 de agosto de 2009

Os filhos da meia-noite

Acabado um romance histórico, decidi virar-me para outro livro premiado internacionalmente. Falo de 'Os filhos da meia-noite" de Salman Rushdie. Mais um dos livros da colecção da revista Sábado.

Há algum tempo que está na minha lista de prioridades, até porque, apesar de nunca ter lido nada dele, as críticas são unânimes. Sei também que é o autor do famosíssimo 'Versículos Satânicos' que também estou curiosa para ler.

Sobre o autor, a Wikipédia diz-nos que Sir Ahmed Salman Rushdie KBE nasceu em Bombaim a 19 de Junho de 1947. É um ensaísta e autor de ficção britânico de origem indiana. Cresceu em Mumbai (antiga Bombaim) e estudou na Inglaterra, onde se formou - com distinção. Rushdie foi condecorado em 15 de Junho de 2007 como Cavaleiro Comandante do Império Britânico (Knight Commander of the British Empire), facto que provocou diversos protestos no mundo islâmico.

Com este livro que agora começo a ler, Rushdie ganhou, em 1981 (dois anos antes de eu ter nascido), o Prémio Booker, um dos mais importantes prémios literários.

Sobre o livro, descobri esta pequena sinopse:
O protagonista da trama é o indiano Salim, um dos bebés que nasce no dia 15 de Agosto de 1947, no exacto momento em que a Índia conquista sua independência da Grã-Bretanha. A partir da vida deste personagem, relatada em primeira pessoa, Salman Rushdie conta a envolvente e irresistível história da Índia como nação soberana.

Vasto Mar de Sargaços

Esta foi a minha última leitura que completei na noite passada. É fácil de ler e envolvemos-nos, efectivamente, na história de vida de Antoinette, dos seus ancestrais e da vida que todos levam na Jamaica, local onde se passa toda a acção.

Mais uma vez deixo aqui a sinopse da livraria Wook:

Antoinette Cosway é uma herdeira crioula nascida numa sociedade colonialista e opressiva. Conhece um jovem inglês que logo se deixa fascinar pela sua sensualidade e beleza, mas depois do casamento começam a circular estranhos rumores, que o envenenam contra ela. Apanhada entre as exigências dele e a sua própria sensação de precária pertença, Antoinette é levada à loucura.

Inspirado pelo livro 'Jane Eyre', de Charlotte Brontë, tem como cenário a paisagem exótica da Jamaica dos anos 30. Tornou-se um clássico da literatura do século XX e foi adaptado ao cinema.


A autora é Jean Rhys, pseudónimo literário de Ella Gwendolen Rees Williams (Dominica, 1890 - Exeter, 1979). Este romance ganhou, em 1967, o prémio literário outorgado por WH Smith, o WH Smith Literary Award.