terça-feira, 26 de setembro de 2017

Novidade: Normal, de Warren Ellis

Normal é o terceiro romance de Warren Ellis, e o primeiro publicado em Portugal.

Sinopse:
O que será que se esconde por trás de uma fachada de normalidade?

Há dois tipos de profissionais que se ocupam do futuro: os estrategistas de tendências, que procuram organizar as cidades para sobreviver ao inevitável colapso da sociedade, e os previsores de estratégias, mais preocupados em preparar cada um dos seus clientes. Os primeiros são pagos por caridades e ONG, os segundos por empresas de segurança e corporações.

Estas são profissões de desgaste rápido, impossíveis de manter durante muito tempo. A depressão instala-se e, se o «olhar de abismo» se instala, há apenas um lugar para onde ir. O Cabo Normal.

Quando Adam Dearden, estrategista de tendências, chega ao Cabo Normal, está preparado para relaxar e aceitar o tratamento. Pouco depois, no entanto, um dos outros pacientes desaparece, deixando para trás apenas uma pilha de insetos. Uma investigação arranca, e a vigilância torna-se total. À medida que o mistério se vai desvendando, Adam começará a pôr em causa a forma como vemos o futuro... e também o passado e o agora.

Sobre o autor:
Warren Ellis é um autor de culto dentro do universo mainstream de super-heróis.
Warren Ellis é um escritor, guionista e autor de banda desenhada inglês. Tornou-se conhecido no mundo da banda desenhada, tendo criado séries como Transmetropolitan, Global Frequency ou Red. Mas a sua produção neste universo não se ficou por aí, tendo trabalhado frequentemente com a Marvel.
Além de ter escrito para os X-Men ou para os Thunderbolts, também foi o autor da série Extremis, que serviu de inspiração ao filme Iron Man 3. Bastante conhecido pelo seu comentário sociocultural, tanto online como através dos seus escritos, também tem créditos firmados na televisão e na escrita de videojogos.

Ficha Técnica: 
Normal acaba de chegar às livrarias (Ed. Topseller | 14,99€ | 192 pp.) e as primeiras páginas encontram-se disponíveis para leitura imediata aqui.​

domingo, 24 de setembro de 2017

Novidade: Delírio Total: Hitler e as Drogas no Terceiro Reich, de Norman Ohler

Delírio Total: Hitler e as Drogas no Terceiro Reich, do romancista premiado, argumentista e jornalista alemão Norman Ohler (Editora Vogais | 320 pp | 18,79€), nasce de uma investigação meticulosa que expõe uma perspetiva surpreendente da Segunda Guerra Mundial: a elevada dependência de drogas da Alemanha nazi, nomeadamente de cocaína, opiáceos e, sobretudo, metanfetaminas.

O regime nazi pregava uma ideologia de pureza física, mental e moral. Mas, como Norman Ohler revela nesta envolvente história baseada em fontes até agora inéditas, o Terceiro Reich estava saturado de drogas: cocaína, opiáceos e, sobretudo, metanfetaminas, usadas por toda a gente — de operários fabris a donas de casa — e vitais para a resistência das tropas, explicando, em parte, o rápido avanço e a vitória alemã em 1940. O uso promíscuo de drogas, inclusive ao mais alto nível, também afetou a tomada de decisões, com Hitler e o seu séquito a refugiarem-se em cocktails de estimulantes potencialmente letais, administrados pelo médico Theo Morell, incapazes de reverter o curso da guerra, que se virava contra a Alemanha.

Embora as drogas por si só não possam explicar as tóxicas teorias raciais dos nazis ou os acontecimentos da Segunda Guerra Mundial, esta descoberta leva-nos a ver os crimes de guerra cometidos contra a humanidade a uma nova luz. Delírio Total é, assim, uma peça crucial para entendermos a História mundial.

A Vogais disponibilizou os primeiros capítulos para leitura aqui

Sobre o autor:
Norman Ohler é um romancista premiado, argumentista e jornalista alemão. Passou cinco anos a pesquisar para Delírio Total em numerosos arquivos na Alemanha e nos Estados Unidos, e falou com testemunhas, historiadores militares e médicos. Publicou três romances, um dos quais o primeiro romance hipertexto do mundo, e coescreveu o argumento do filme de Wim Wenders, Palermo Shooting. 



sexta-feira, 22 de setembro de 2017

A Cicatriz do Mal, de Pierre Lemaitre, nas livrarias a 4 de outubro

Boas e más notícias, pessoas que lêem policiais.
Pierre Lemaitre está de volta com um novo livro, protagonizado pelo comandante Camille Verhoeven - A Cicatriz do Mal. 
A má notícia é que este será o último volume comVerhoeven, criado pelo autor francês. Verhoeven é uma personagem inesquecível, que se dá a conhecer ainda mais profundamente neste livro. Bom amigo, bom polícia, de convicções fortes e incomparável capacidade de argumentação, Verhoeven vai certamente deixar saudades. 

Sinopse: 
Galerie Monier, Paris. Uma mulher é apanhada de surpresa por três homens armados que assaltam uma joalharia em plena galeria de lojas dos Campos Elísios. A mulher chama-se Anne Forestier. Trata-se nada mais nada menos do que a companheira do comissário Camille Verhœven, responsável pela Brigada Criminal. Fazendo tábua rasa da lei e correndo o risco de perder o posto de trabalho, o comissário esconde dos demais polícias o facto de conhecer Anne e toma a investigação a seu cargo. É o primeiro passo de uma manipulação orquestrada por um assassino vingativo. Na realidade, quem dá caça a quem? E quem é a verdadeira presa?

Gravemente ferida e coberta de cicatrizes, Anne fica internada no hospital, até que Camille a esconde na casa isolada que herdou da mãe. Perseguida por um dos atacantes, esta misteriosa mulher manterá o comissário na corda bamba, tanto a nível pessoal como profissional. Digno herdeiro de Sherlock Holmes e Hercule Poirot, com uma costela de Philip Marlowe, o comandante é um mestre na arte de bem investigar, mas este caso revela-se uma manipulação com requintes de vingança pessoal.

Como habitualmente acontece na escrita de Lemaitre, as aparências enganam, e Camille acabará por compreender que é vítima de uma intriga que remonta ao passado, vendo-se obrigado a recorrer a todos os expedientes e mais algum para descobrir o responsável, bem como as razões que motivam o enigmático assassino.

Sobre o autor:
Pierre Lemaitre nasceu em Paris, em 1951. Deu aulas de Literatura francesa e americana durante vários anos e atualmente dedica-se à escrita e ao teatro.
Os cinco thrillers que escreveu, premiados pela crítica e aplaudidos pelos leitores, fizeram dele um dos grandes nomes das letras francesas e granjearam-lhe o reconhecimento internacional.
A trilogia do comandante Camille Verhoeven recebeu, entre outros, os prémios Dagger, Prix du Premier Roman Policier de Cognac, the Prix du Meilleur Polar Francophone e Melhor Romance Policial Europeu. Até nos vermos lá em cima, a sua primeira incursão fora do romance «negro», foi galardoado com o Prémio Goncourt de 2013, o Prix du roman France Télévision, o Prix des lycéens en toutes lettres, o Prix des librairies Nancy/Le Point e o Prix littéraire de la ville de Brignoles.
As suas obras estão traduzidas em trinta línguas, e várias foram adaptados ao cinema e ao teatro.

Trilogia Senhores da Guerra - check!

Questões maiores do que eu impuseram uma paragem forçada. Um mês depois, vou tentar recuperar e tentar ser mais assídua. A paragem foi extensiva às leituras. Neste mês, apenas li Excalibur, de Bernard Cornwell - o último da trilogia Senhores da Guerra.

A história de Artur, contada por Derfel, um dos seus comandantes, conheceu um ponto final.

Foi bastante... refrescante - vá, à falta de melhor adjetivo - conhecer outra versão da lenda de Artur. Aconselho vivamente. Mais não seja pelas descrições absolutamente fenomenais das cenas de batalhas. Cornwell é tão descritivo que mais parece que estamos dentro da ação. Senti-me exausta depois das cenas de espadas, lanças e sangue (tanto sangue, senhores... tanto sangue!).

Estava habituada à ideia romântica de Artur, lida nas Brumas de Avalon... esta perspetiva masculina é diferente e insere certas alterações àquilo que normalmente é transmitido quando se fala de Artur e dos seus companheiros da Távola Redonda.


Para quem gosta do género - 5 estrelas!

sábado, 19 de agosto de 2017

Leituras de Junho, Julho e Agosto

Há muito tempo que aqui não escrevia. E a verdade é que também não tenho lido muito. Julho foi o último mês em que postei alguma coisa e desde então tenho trabalhado muito, recebido "n" emails das editoras com novidades incríveis, mas pouco tempo de sobra para colocar, por escrito, o que me tem passado pelas mãos.

Um dos livros que me tem dado "trabalho" é A Voz do Fogo, de Alan Moore. Coloquei-o de lado, temporariamente, até conseguir focar-me exclusivamente. A premissa é interessante: seguimos várias personagens, ao longo de seis mil anos, na mesma região de Inglaterra. Infelizmente, não passei das 40 páginas, por uma razão muito simples: a primeira personagem é um adolescente do tempo das cavernas. Sim, literalmente. E a escrita/leitura torna-se um pouco confusa... e com as interrupções do meu filhote, "perco o fio à meada". Um pequeno exemplo:

"Andar grande caminho, de árvores de rio para terra com erva oca, e nós chegar em coisa-de-porcos. Sol estar em barriga de céu, e descer em baixo de céu em frente de agora. Coisa preta que ser alma d'Eu mudar pequena em cima de erva perto de pé d'Eu." - e isto é apenas um parágrafo. Só faltam 17/18 páginas para terminar este primeiro capítulo, mas uma pessoa depois de tanto andar para frente e para trás, numa dança estranha de ler-reler-continuar a ler... cansa um pouco. E também não gosto de queimar etapas e passar para o 2.º capítulo...


Lancei-me então aos livros que comprei na Feira do Livro de Lisboa (FLL). Na altura, comprei A Amiga Genial, de Elena Ferrante; Se os Mortos não Ressucitam, de Philip Kerr e O Homem Sombra, de Dashiell Hammett.
Entretanto, há poucos dias comprei Sangue Vermelho em Campo de Neve - "Inverno" - de Mons Kallentoft, numa Feira do Livro na Praia das Maçãs.

Li, imediatamente, A Amiga Genial. Há muito que ouvia falar desta tetralogia, mas como não gosto de modinhas, nem mesmo quando se aplicam à literatura, tentei ignorar o "hype" à volta desta saga. Mas na FLL, encontrei o livro a um preço simpático e decidi dar-lhe uma hipótese. E gostei bastante. A história de Elena e Lila, a história de Nápoles, a envolvência, a escrita fluída... tudo me conquistou. A aquisição dos próximos livros está, contudo, em lista de espera!


Terminei hoje, ao início da tarde, Se os Mortos não Ressucitam, de Philip Kerr. Esta foi uma aposta às cegas, confesso. Mas como o tema estava ligado à 2.ª Guerra Mundial - aliás, à ascensão de Hitler e do nazismo - um dos meus períodos favoritos, não hesitei. É uma mistura entre policial e romance histórico. O livro começa em Berlim, em 1934 e a Alemanha estava prestes a garantir a realização dos Jogos Olímpicos. Seguimos a personagem de Bernie Gunther - que pelos vistos tem direito a uma saga que eu desconhecia. O livro tem uma segunda parte que se passa em Havana, 20 anos depois da primeira parte.
Outro livro que gostei muito, e que, certamente, me vai "obrigar" a procurar por Philip Kerr na minha próxima visita à FNAC.


Terminada a aventura de Gunther, voltei às lendas Arturianas. Comprámos, também há pouco tempo, o livro Excalibur, o último da trilogia Senhores da Guerra, de Bernard Cornwell. Li três páginas até ter decidido interromper e vir até aqui dar conta das leituras. Acho que vou até ali, enfiar, de novo, o nariz entre as páginas ainda novas de um livro...

terça-feira, 11 de julho de 2017

Novidade Tinta-da-China

São várias as novidades que esta editora tem feito chegar às livrarias. De todas, e apenas porque foram aquelas que me chamaram mais a atenção, destaco três: O Diário de Um Zé Ninguém (George Grossmith | Weedon Grossmith), O Casamento (Nelson Rodrigues) e Depois a Louca Sou Eu (Tati Bernardi). 

Diário de um Zé-Ninguém, G. & W. Grossmith
O relato épico de uma vida extraordinária: eis como não podemos descrever este livro. Charles Pooter está a meio caminho da vida, e decide começar a registar num diário os acontecimentos do seu dia-a-dia. É um homem de ambições modestas, satisfeito com o seu modesto emprego e a sua modesta mulher, menos satisfeito com o seu filho estouvado e os seus amigos impertinentes. No diário, anota as idas ao talho, a dificuldade de consertar o alpendre, o preço da engomadoria, as crises da criada, os devaneios da mulher, as tolices do filho, os serões de convívio com os amigos, a magnanimidade do patrão. Uma vida normal muito digna de nota, já que este zé-ninguém se tornou uma personagem cómica imortal, satirizando a classe média suburbana londrina do século XIX.

208 páginas
17,91€



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O Casamento, de Nelson Rodrigues
Em apenas 24 horas — aquelas que antecedem o casamento da bela Glorinha, menina dos olhos de seu pai —, Nelson Rodrigues concentra um desfile de todas as obsessões que tanto o mitificaram como o amaldiçoaram: adultério, incesto, moralismo, sexo e morte.
Sabino, o pai, é informado na véspera do grande dia que o seu genro beijou outro homem. O problema é que um casamento não se adia, nem que para isso a vida de todos os envolvidos fique virada do avesso: o gatilho pode ter sido um «fait-divers», mas a intensidade do que se sucede abala tudo e todos — e fez com que o livro fosse confiscado pela ditadura brasileira por constituir «um atentado contra a organização da família».

328 páginas
17,91€


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Depois a Louca Sou Eu, de Tati Bernardi
O primeiro ataque de pânico de Tati Bernardi, espirituosa cronista e guionista brasileira, foi num aeroporto em Paris? Ou foi deitada debaixo da cama dos pais da amiga Daniela, quando tinha seis anos? Também pode ter sido no supermercado, no desespero de não conseguir escolher um melão.
Talvez não seja possível determinar quando começou, mas a autora foi aprendendo a viver com a ansiedade — recorrendo a terapias convencionais ou muito alternativas, vários comprimidos, mantendo-se perto de lugares seguros ou, como acontece em Depois a Louca Sou Eu (livro que decidiu escrever num dia em que se convenceu mesmo de que o avião ia cair), através do humor.

Este livro é um desabafo autobiográfico que contém uma forte dosagem de honestidade frenética, com substâncias activas como medos, manias, taquicardias e desesperos, e que, contra tudo e por vontade da autora, ainda deixa espaço para uma gargalhada.

144 páginas
13,41€


Novidade: O Meu Segredo, de Kathryn Hughes

Sobre o livro:
Todos os dias, ao olhar para o filho Jake, deitado numa cama de hospital, Beth agarra-se a uma réstia de esperança que insiste em fugir. A sua vida, ainda tão curta, depende de um transplante de rim. Nem ela, nem o marido, são compatíveis e já não têm familiares diretos.

Mary, a mãe solteira de Beth, acaba de falecer e sempre se recusou a falar sobre o pai, mesmo sabendo que a vida do neto podia depender disso. Mas tudo muda quando Beth visita a casa da mãe. Uma carta perdida no meio das coisas de Mary prova que Beth é sua filha adotiva. A possibilidade de encontrar parentes compatíveis com Jake torna-se real para Beth.

Este é o ponto de partida para a descoberta de um passado até então desconhecido. Munida apenas da sua determinação e das escassas palavras encontradas, Beth inicia uma luta contra um muro de segredos, dúvidas e silêncios.

Sobre a autora:
Kathryn Hughes nasceu perto de Manchester, no Reino Unido. Depois de terminar um curso de secretariado, Kathryn conheceu o futuro marido, com quem viria a casar no Canadá.
Durante 29 anos geriram um negócio juntos, criaram os seus dois filhos e viajaram pelo mundo: Índia, Singapura, África do Sul, Nova Zelândia… Regressando depois a Manchester, onde vive atualmente.
A Carta (ed. Topseller, 2015), o seu primeiro livro, foi um êxito imediato, alcançando o top de vendas da Amazon, e foi publicado em 18 países.

O Meu Segredo chegou ontem às livrarias 
Ed. Topseller
17,69€
320 páginas

Novidade: Dinastia, de Tom Holland

O retrato da família que transformou o Império Romano para sempre
Augusto | Tibério | Calígula | Cláudio | Nero



Sobre o livro:
Primeiro governada por reis, Roma tornar-se-ia uma república. Mas no fim, após conquistar o mundo, a república desmoronou-se. Roma afogou-se em sangue. As guerras civis foram tão terríveis, que o povo romano acolheu de bom grado o governo de um autocrata que lhes poderia dar a paz. «Augusto», o seu novo senhor, intitulava-se «O Divino Favorito».

O fantástico esplendor da dinastia fundada por Augusto nunca esmoreceu. Nenhuma outra família se compara em fascínio com a sua galeria de personagens: Tibério, o grande general que acabou os seus dias como um recluso amargurado, célebre pelas suas perversões; Calígula, o mestre da crueldade e humilhação; Agripina, a mãe de Nero, cujas manobras levaram o filho ao poder, e que acabaria por morrer por ordem dele; Nero, que pontapeou a mulher grávida até à morte, que se casou com um eunuco, e que ergueu um palácio de prazer no centro dos escombros de uma Roma destruída pelo fogo.

Sobre o autor:
Tom Holland é autor de Rubicão, O Triunfo e a Tragédia da República Romana (ed. Aletheia, 2008), que ganhou o prémio Hessell-Tiltman for History e fez parte da shortlist do prémio Samuel Johnson. Persian Fire, a sua história das guerras Greco-Pérsicas, ganhou o Prémio Anglo-Hellenic League’s Runciman em 2006.
Já adaptou obras de Homero, Heródoto, Tucídides e Virgílio para a BBC. Em 2007, foi o vencedor do prémio Classical Association, atribuído ao «indivíduo que mais fez pela promoção do estudo da língua, literatura e civilização das antigas Grécia e Roma». É apresentador do programa Making History na BBC Radio4.

Dinastia: Ascensão e Queda da Casa de César já está nas livrarias
Vogais
24,99€
512 páginas

Novidade: O Diagrama de Zenn, de Wendy Brant

Sobre o livro:
Eva é uma supergeek da matemática e há uma razão para ela preferir os números e as calculadoras ao convívio normal entre jovens. Poucos o sabem, mas basta que Eva toque com as mãos em alguém — ou nas suas coisas — para ter visões que lhe mostram as inseguranças, receios e segredos dessa pessoa. Por isso, ela prefere manter as mãos bem guardadas e ficar na sombra. E tudo parece correr bem!

Quer dizer, tem 17 anos, nunca teve namorado e tem apenas uma amiga, mas não é uma completa aberração! Até que chega o dia em que o charmoso e solitário Zenn Bennett entra na sua vida! É amor ao primeiro toque! No entanto, quando ela mergulha no mundo de Zenn, descobre que afinal as coincidências que os unem são demasiado duras… e poderão separá-los para sempre.

Sobre a autora:
Wendy Brant frequentou o liceu nos anos em que usar roupa larga e franja volumosa estava na moda. Gosta de comida pouco saudável e de colecionar imagens inspiracionais no Pinterest, e delira com as paixonetas dos romances que lê. Gostava de ser blogger, mas acha que não tem piada suficiente para tal. Começou a escrever ficção aos 10 anos, mas foi no Jornalismo que apostou, mais tarde, ao ingressar na Northwestern University. Pelo caminho descobriu que a sua verdadeira paixão é a escrita. O Diagrama de Zenn é o seu romance de estreia.

O Diagrama de Zenn já se encontra nas livrarias
Ed. Topseller
15,98€
272 páginas

Novidade: Nem Um Som, de Heather Gudenkauf

Um silêncio aterrador, uma leitura de cortar a respiração, da autora de Teia de Mentiras.

«Gudenkauf vai maximizando a tensão e o suspense até chegar a um final de cortar a respiração.» Publishers Weekly

«Uma trama com personagens memoráveis, reviravoltas inteligentes e um confronto final pleno de tensão»
Kirkus Reviews

Sobre o livro:
Para sobreviver ao perigo num mundo sem sons, todos os outros sentidos têm de estar em alerta máximo.
Após um trágico acidente, Amelia Winn perde a audição, entrando numa espiral de depressão que a leva a procurar conforto no álcool e a afastar-se de tudo o que de mais importante tem: o trabalho, o marido e, sobretudo, a enteada, que tanto ama.
Agora, passados dois anos, e com a ajuda do seu cão de assistência, Stitch, Amelia decide retomar a sua vida. Mas, quando o corpo de uma enfermeira sua amiga surge a flutuar num rio perto de casa, Amelia mergulha num mistério perturbador que ameaça destruir tudo outra vez.
À medida que as pistas começam a aparecer, o perigo volta a rondar a vida de Amelia. Quanto estará ela disposta a arriscar para trazer a verdade à superfície?

Sobre a autora:
Heather Gudenkauf é uma autora norte-americana, bestseller do New York Times e do USA Today, que já conta com cinco romances publicados. Nem Um Som é o seu segundo thriller na Topseller, depois de Teia de Mentiras (2016).
Nascida no Dakota do Sul e criada no Iowa, desde muito pequena que se apaixonou pelos livros e encontrou na leitura o seu lugar de eleição, tornando-se uma leitora voraz e plantando, assim, a semente da escrita. Licenciou-se em Educação e tornou-se professora, ocupação que ainda exerce em paralelo com a sua atividade de escritora.

Nem Um Som chegou ontem às livrarias
Ed. Topseller
18,79€ 
320 páginas